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13/05/2019 | Notícias
Qual a durabilidade das pastilhas usadas em discos de cerâmica? Eduardo Ribeiro, Curitiba (PR)
Basicamente a mesma das convencionais, mas elas têm diferenças cruciais para o uso intenso.
“As pastilhas feitas para serem usadas com discos de carbono-cerâmica possuem mais partículas para dissipar melhor o calor das frenagens”, detalha Lothar Werninghaus, consultor técnico da Audi.
Essa virtude é essencial quando os freios estão sob uso intenso, situação que pode ocasionar a formação de uma camada de gases quentes entre o disco e a pastilha, provocando o “desaparecimento” (fading, em inglês) da capacidade de frenagem.
O que dura mais nesses freios são os próprios discos, que têm a vida útil de seis a oito vezes maior. Mas eles custam bem mais: o disco dianteiro da RS 6 Avant pode passar dos R$ 23.000.
Disco de freio PCSB Porsche Ranhuras internas no disco garantem melhor dissipação dos gases quentes gerados nas frenagens
Ranhuras internas no disco garantem melhor dissipação dos gases quentes gerados nas frenagens (Divulgação/Porsche)
Por outro lado, eles exigem cuidados específicos, sobretudo na hora de trocar o pneu. Nos veículos com freio de cerâmica é recomendado usar um pino guia na hora de colocar a roda sobressalente.
Isso impede que o aro atinja o disco, que pode se quebrar facilmente com o impacto. Essa característica é um efeito colateral de sua dureza que lhe dá tamanha durabilidade.
FONTE: Quatro Rodas
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